terça-feira, 16 de agosto de 2016

O CRÍTICO E POETA GILBERTO MENDONÇA TELES TAMBÉM ESTARÁ PRESENTE NO EVENTO

(O príncipe dos poetas goianos)

                       BIOBLIOGRAFIA DE GILBERTO MENDONÇA TELES*
                                                                   Dados Biobibliográficos
                                                                                                                                             
TELES, Gilberto Mendonça  nasceu em 30 de junho de 1931, em Bela Vista de Goiás, GO. Reside há 30 anos no Rio de Janeiro. Fez  toda a sua formação acadêmica em Goiânia: o ginásio, no Ateneu Dom Bosco, dos salesianos, e no Colégio Estadual, onde cursou também o científico; o curso de Letras Neolatinas, na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Goiás; e o de Direito, na Universidade Federal do mesmo estado. Em 1965, foi com bolsa de estudos para Portugal, obtendo, em Coimbra, o Curso de Especialização em Língua Portuguesa. Em 1969, doutorou-se em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, defendendo também tese de Livre-Docência em Literatura Brasileira. Poeta e ensaísta. Professor Emérito/Titular da PUC-Rio e da Universidade Federal de Goiás. E / professor Honoris Causa da Universidade Federal do Ceará e da PUC de Goiás. E aposentado pela UFRJ.
Em Goiás, foi, durante14 anos, funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e, ao mesmo tempo, professor do Colégio Estadual [Liceu], antes de iniciar sua carreira de professor-universitário. Foi professor-fundador da Universidade Católica e da Universidade Federal de Goiás, onde estruturou e dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros, fechado pelos militares em 1964. Por duas vezes presidiu a União Brasileira de Escritores, secção de Goiás, e o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Atingido pelo AI-5, quando professor de literatura brasileira no Instituto de Cultura Uruguaio-Brasileiro, de Montevidéu, veio para o Rio de Janeiro em janeiro de 1970, sendo saudado por Carlos Drummond de Andrade, que lhe dedicou os seguintes versos:

Repito aqui — repetição
é meu forte ou meu fraco? — tudo
que floresce em admiração
no itabirano peito rudo
(e em grata amizade também)
ao professor, melhor, ao poeta
que de Goiás ao Rio vem,
palmilhando rota indireta,
mostrar — com um ou com dois eles
no nome — que ciência e poesia
em Gilberto Mendonça Teles
são acordes de uma harmonia.

Durante três meses deu aula em pequenos colégios e cursinhos do Rio de Janeiro, até ser contratado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro [PUC-RJ], onde é hoje Professor Titular de literatura brasileira e teoria da literatura. Com a anistia, transferiu seus cargos públicos para as Universidade Federal Fluminense e Federal do Rio de Janeiro, aposentando-se em 1988 e 1990, respectivamente. Além de professor no Uruguai, lecionou em Portugal [Professor-Catedrático-Visitante da Universidade de Lisboa], na França [Professeur Associé da Universidade de Haute Bretagne, em Rennes; e Maître de Conférence na Universidade de Nantes], nos Estados Unidos [Tinker Visiting Professor da Universidade de Chicago] e na Espanha [Catedrático Visitante da Universidade de Salamanca].
É membro efetivo da União Brasileira dos Escritores de Goiás (do qual foi presidente), da Academia Goiana de Letras (eleito em 1963), do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (do qual foi presidente) e, no Rio de Janeiro, da Academia Carioca de Letras, da Academia Brasileira de Filologia, da Academia Brasileira de Filosofia, da Academia Luso-Brasileira de letras e Sócio Correspondente / Efetivo da Academia de Ciências de Lisboa. Em 1979, a Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás elegeu-o “Príncipe dos Poetas Goianos”.        
Já recebeu 18 prêmios literários em Goiás e nacionais: o “Álvares de Azevedo” [Poesia], da Academia Paulista de Letras, 1971;  “Olavo Bilac” [Poesia], da Academia Brasileira de Letras, 1971; “Sílvio Romero” [Ensaio], da A. B. L., 1971;  “IV Centenário de Os Lusíadas” [Literatura Comparada], da Comissão do IV Centenário de Camões, 1972;  “Prêmio de Ensaio”, da Fundação Cultural do Distrito Federal, 1973; “Brasília de Poesia”, do XII Encontro Nacional de Escritores, 1978; “Cassiano Ricardo” [Poesia], do Clube de Poesia de São Paulo, 1987; e “Machado de Assis” [Conjunto de Obras], da Academia Brasileira de Letras, 1989.
Em 1987, o Governo Português outorgou-lhe a Comenda da Ordem do Infante Dom Henrique; e a Universidade Católica de Goiás deu-lhe o Diploma de Honra ao Mérito. Em 1992, a União Brasileira de Escritores de Goiás instituiu o Concurso Nacional Gilberto Mendonça Teles de Poesia. Em 1995, Homenagem do Centro Acadêmico do Departamento de Letras da PUC-RJ, de que resultou o livro Gilberto: 40 anos de poesia. Em 1996, a Universidade Federal do Ceará conferiu-lhe o título de Professor Honoris Causa; e a Câmara Municipal de Bela Vista de Goiás deu-lhe o diploma de Título Honorífico. Em 1997, a União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro conferiu-lhe a medalha Carlos Drummond de Andrade; e o Governo de Santa Catarina a Medalha de Mérito Cruz e Sousa. Em 1998, é eleito Sócio Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. E em 2002, Medalha Centenário Carlos Drummond de Andrade, da UBE; e a Comenda Colemar Natal e Silva, da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás. O Governo de Goiás outorgou-lhe a Comenda da Ordem do Mérito Anhangüera,  em 26 de julho de 2004 E em 2015 a PUC de Goiás lhe concedeu o título de Doutor Honoris Causa.
As mais recente e melhor crítica literária, do Brasil, tem-se pronunciado sobre a sua obra de poesia e de crítica, como nesta pequena Fortuna Crítica

I – TEXTOS DO AUTOR  

1 – Poesia
Alvorada. Goiânia: Escola Técnica de Goiânia, 1955. Pref. do Autor. Capa de Péclat de Chavannes. 54 p. 2² Edição, fac-similada. Goiânia: Academia Goiana de Letras, 2005. 110 p.
Estrela-d’alva. Goiânia: Brasil Central, 1956. Pref. do Autor. “Prêmio Félix de Bulhões”, da Academia Goiana de Letras. 78 p.
Planície. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1958. Capa e ilustrações de Fr. Confaloni. “Prêmio de Publicações da Bolsa Hugo de Carvalho Ramos”, da Prefeitura Municipal de Goiânia. 102 p.
Fábula de fogo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1961. Ilustração de Fr. Confaloni. “Prêmio Leo Lynce”, da União Brasileira de Escritores – Seção de Goiás. 178 p.
Pássaro de pedra. Goiânia: Escola Técnica de Goiânia, 1962. Capa e desenho de D. J. Oliveira. Orelha de Jesus Barros Boquady. “Prêmio Álvares de Azevedo”, da Academia Paulista de Letras. 104 p. – 5ª  ed. Goiânia, Kelps, 2013.
[Sonetos do azul sem tempo]. O Popular, Goiânia, 1964. São XXII sonetos incluídos em Poemas reunidos e em Hora aberta. Não teve edição em separado. 
Sintaxe invisível. Rio de Janeiro: Cancioneiro de Orfeu, 1967. Foto do Autor por Luiz Prieto. P. 88
A Raiz da fala. Rio de Janeiro: Gernasa / INL, 1972. Capa de Vera Duarte. Prefácio de Cassiano Ricardo. Prêmios: “Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal”, do V Encontro Nacional de Escritores (1970); “Olavo Bilac”, da Academia Brasileira de Letras, 1971. 120 p.
Arte de armar. Rio de Janeiro: Imago, 1977. – 2ª ed. Idem. “Prêmio Banco Bandeirantes”, da Sociedade Amigas da Cultura, de Belo Horizonte, 1976; “Prêmio Brasília de Poesia”, do XII Encontro Nacional dos Escritores, 1978. 92 p.    
Poemas reunidos. Rio de Janeiro: José Olympio / INL, 1978 – 2ª ed. José Olympio, 1979. – 3ª ed. aumentada e com o título de Hora aberta. Idem, 1986. Capa de Eugênio Hirsch. Bico-de-pena de Amaury Menezes. Prefácio de Emanuel de Moraes. Apêndice: “Itinerário Crítico” de 1955 a 1977. [É a 2ª ed. de todos os livros até então, com exceção de Alvorada e Estrela-d’alva, dos quais aparece apenas uma seleção de poemas.] 308 p.
Saciologia goiana [Livro de Cordel assinado por Camongo]. Guarabira, PB: Tipografia Pontes, 1980. Reeditado em Saciologia goiana com o nome de Camongo. 16 p.
Saciologia goiana. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira / INL, 1982. Capa de Irene Peixoto e Márcia Cabral. Orelha de Mário da Silva Brito. 158 p. –   2ª ed. em Hora aberta . – 3ª ed. Goiânia: Conselho de Cultura de Goiás, 1987. “Sacicatura” por Sílvio. Capa de Jair Pinto. 148 p. – 4ª ed. aumentada. Goiânia: Agência de Cultura Pedro Ludovico Teixeira, 2001. / Fortuna Crítica da obra e Bibliografia Completa do Autor. Capa de Vitor Burton. 196 p. – 5ª ed. aumentada, na 4ª ed. de Hora aberta, infra.. –  6ª ed. Goiânia: Kelps, 2004. A mesma capa da 4ª ed. 204 p. – 7ª ed. aumentada: Goiânia: Kelps /Secretaria de Cultura de Anápolis, 2013, 178 p. – 8ª ed.  Goiânia: Kelps, 2016, 200 p., anotada por Maria do Rosário de Morais Teles. – 9ª ed. em O terra a terra da linguagem, a sair.
Plural de nuvens. Porto: Gota de Água, 1984. 112 p. – 3ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990. Prefácio de Telênia Hill. Capa de Joatan Sousa da Silva. Foto do Autor por Rosary Caldas. 95 p.
& Cone de sombras. São Paulo: Massao Ohno Editor, 1995. Capa: Escrita, gravura de Selma Daffre. Orelha do Autor. Foto de Elisa Hermana. 143 p.
Hora aberta. [3ª ed. dos Poemas Reunidos]. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. Edição comemorativa dos 30 anos de poesia do Autor. Contém nota do Autor, reprodução das capas de seus livros, algumas partituras de poemas musicados, sombra de seu perfil e bibliografia completa. “Prêmio Cassiano Ricardo” do Clube de Poesia de São Paulo, 1987; “Prêmio Machado de Assis” [Conjunto de Obras], da Academia Brasileira de Letras, 1989. 592 p. – 4ª ed. aumentada com Alvorada, Estrela-d’alva e Poemas Avulsos (inéditos). Organizada por Eliane Vasconcellos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. Pref. de Ángel Marcos de Dios. Cronologia da Vida e Obra, Iconografia, Fortuna Crítica e Bibliografia de e sobre o Autor. 1114 p. – 5ª ed. em preparação.
Caixa de fósforos (Poemas Dedicados e Circunstanciais). São Paulo: Giordano, 1999. Prefácio do Autor. 112 p.--  2ª ed. aumentada na 4ª ed. de Hora aberta.
Álibis. Joinville, SC: Sucesso Pocket, 2000. Capa de Vitor Burton. 110 p. – 2ª ed. em O terra a terra da linguagem, agora com “Arabisco” na última parte.
[Arabiscos], que apareceu na 4ª ed. de Hora aberta, faz parte agora de Álibis.
Improvisuais. Na 4ª ed. de Hora aberta. Edição separada em Goiânia: Kelps, 2013. Há uma amostra deles em O terra a terra da linguagem.
Linear G. São Paulo: Editora Hedra, 2010. “Prêmio Jabuti”, de 2011.
Brumas do silêncio. Goiânia / Rio de Janeiro: Kelps / Azougue, 2014, p. 106.
O Terra a terra da linguagem: Contem seis livros de poemas, a saber: Saciologia goiana (1982), Plural de nuvens (1984 ), & cone de sombras (1995), Álibis (2000), Linear G (2011) e Brumas do silêncio (2014). Goiânia: Cânone, 2017.

2 – Antologia Poética do Autor *

Poemas de Gilberto Mendonça Teles. In: Revista de Cultura Brasileña, Madrid, nº 23, diciembre de 1967. Cubierta de Ángel Crespo y Gómez Bedate. 20 p.
La Palabra perdida. Montevideu: Barreiro y Ramos, 1967. 96 p. –  2ª ed. Casa de Vidrio.
Falavra. Lisboa: Dinalivros,1990. Pref. de Arnaldo Saraiva. Capa de Ana Filipa.148 p.
L’Animal. Paris: L’Harmatan, 1990. Trad. de Christine Chauffey. Prefácio de Jean-Claude Elias. (Poètes de Cinq Continents). 82 p.
Nominais (Seleção de poemas de sintaxe nominal e visual). Vitória: Nejarim, 1993. Prefácio de João Ricardo Moderno. Capa de Gonçalo Ivo. Apêndice Seleção de Estudos de José Fernandes sobre os poemas visuais do Autor. 120 p.
Os Melhores poemas de Gilberto Mendonça Teles. São Paulo: Global, 1993 Seleção e estudo de Luiz Busatto. – 2ª ed. Idem, 1994.– 3ª ed. Idem, 2001. – 4ª ed. aumentada, idem, 2007. Prefácio de Luiz Busatto. 356 p.
Sonetos (Reunião, 1998). Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 1998. Capa com retrato a óleo por Marcelo Batista. Prefácio do Autor. Orelha de Fernando Py. 114 p.
Casa de Vidrio. Salamanca: Luso-Española de Ediciones, 1999. Tradução de Gastón Figueira e Dardo Eyherabide. Prefácio de Ángel Marcos de Dios. Capa de Ana Maria Barbero Franco. Foto de M. Rosário. Nota do Autor. 134 p.
50 Poemas escolhidos pelo autor. Rio de Janeiro: Galo Branco, 2003. Orelha de Waldir Ribeiro do Val. 116 p.
Teologia de bolso. Joinvile: Sucesso Pocket, 2005. Seleção e introdução de José Fernandes. 120 p. – 2ª ed. Goiânia: PM / Kelps, 2009 [2010], 143 p.
Lugares imaginários. Antologia bilíngüe: português-búlgaro. Sófia: Universidade do Algarve, 2005. Seleção e prefácio de Petar Petrov. 176 p.
Plurale di nuvole / Plural de nuvens. Antologia bilíngüe: italiano-português. Nápoli: Liguori Editore, 2006. 244 p. Seleção e introdução de Giovanni Ricciardi. Tradução de Carmen Pagliuca.
La syntaxe invisible. Paris: Éditions Caracteres, 2006. 124 p. Seleção, tradução e estudo de Catherine Dumas. Esta edição traz também os poemas de L’Animal. Paris: L’Harmattan, 1990, acima mencionada.
The alibis of love. Seleção e tradução para o inglês de William V. Redmond. Inédita.
120 Gedichten van G.M.T. Vertaald in Het Nederlands. Seleção e tradução de Josée Goland (pseud, de  Yolande Goes. Inédito.
50 Gedichte Ausgewählt Von Verfasser. Seleção e tradução para o alemão de Curt Meyer-Clasen. Inédito.

3 - Crítica/ Ensaio

Goiás e literatura. Goiânia: Escola Técnica de Goiânia, 1964. 76 p.
A Poesia em Goiás. Goiânia: Imprensa Universitária da UFG, 1964. Capa de Maria Guilhermina Prefácio de Domingos Félix. Apêndice: Índice Bibliográfico da Literatura Goiana. Prêmio Universidade Federal de Goiás. 536 p. – 2ª ed. Idem, 1982, com  título geral de  Estudos Goianos, v. I. Foto de Rosary Caldas.510 p.
O Conto brasileiro em Goiás. Goiânia: Departamento Estadual de Cultura, 1969. “Menção Honrosa do PEN Club de São Paulo” (1970). 168 p. –  2º ed. Goiânia: Secretaria M. de Cultura, 2007.  206 p. -- 3ª ed., Goiânia: Editora Kelps, 2010, 202 p. [Capa “Via\-Sacra, de Frei Confaloni.]
La Poesía brasileña en la actualidad. Montevideu: Editorial Letras, 1969. Capa de Mario Torrado. Tradução e Orelha de Cipriano Vitureira.136 p.
Drummond – a estilística da repetição. Rio de Janeiro: José Olympio, 1970. Prefácio de Othon Moacyr Garcia. Fotos do Autor e de Carlos Drummond de Andrade. (Coleção Documentos Brasileiros). “Prêmio Sílvio Romero”, da Academia Brasileira de Letras (1970), 202 p. – 2ª ed. Idem, 1976. Capa de Mauro Kleiman. Apêndice: “Repetição ou Redundância?”.216 p. -- 3ª ed. São Paulo: Experimento, 1997. Nota do Autor. Fotos de Carlos Drummond de Andrade, Joaquim Inojosa e do Autor. Capa de Ana Aly. 216 p. [A ed. inicial, mimeografada, com o título de A Repetição: Processo Estilístico de Carlos Drummond de Andrade, foi feita em Montevidéu, em 1967.  72 p.]
Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Rio de Janeiro: Vozes, 1972. Capa de Paulo de Oliveira. 272 p. – 3ª ed. rev. e aum. Idem, 1976. 384 p. – 10 ed. Rio de Janeiro: Record, 1988. 448 p. – 13ª ed. Idem, 2000. 446 p. Nota do Autor em todas as edições. – 19ª ed., Idem, 2010, 638 p. Vigésima edição aumentada.  Rio de Janeiro:  José Olympio, 2012, 628 p.
Camões e a poesia brasileira. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa / MEC, 1973. Prefácio de Maximiano Carvalho da Silva. “Prêmio IV Centenário de Os Lusíadas” (1972); “Prêmio Fundação  Cultural do Distrito Federal”,  no VIII  Encontro de Escritores (1973)  e “Menção Honrosa”  do  Instituto Nacional do Livro (1974), 264 p. – 2ª ed. São Paulo: Quíron / INL, 1976. Capa de Mauro R. Godoy. (Logos), 318 p. – 3ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979. (Biblioteca Universitária de Literatura Brasileira), 340 p. – 4ª ed. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2000.  Acrescida de “O Mito Camoniano na Língua Portuguesa”. Nota do A. Capa de J. Bandeira. 488 p.
Retórica do silêncio. São Paulo: Cultrix / INL, 1979. 348 p. – 2ª ed. Retórica do Silêncio – I. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989. Fotos de Joaquim Inojosa, Mário da Silva Brito, Wilson Martins e o Autor. Capa de Rogério Meier. 396 p.
Estudos de poesia brasileira. Coimbra (Portugal): Almedina, 1985. Prefácio do Autor, 386 p.
A Crítica e o romance de 30 no Nordeste. Rio de Janeiro: Atheneu Cultural, 1990. Orelha de Pedro Paulo Montenegro.136 p. Publicado inicialmente em O Romance de 30 do Nordeste. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 1983. Organização de Pedro Paulo Montenegro. 212 p.
A Crítica e o princípio do prazer. Goiânia: UFG, 1995. Estudos Goianos, v. III. Óleo por: Waldemar Dias da Cunha. Capa de Laerte Araújo Pereira. 446 p.
A Escrituração da escrita. Petrópolis: Vozes, 1996.
Intenções de Ofício (Sobre Poesia). Florianópolis: Museu / Arquivo da Poesia Manuscrita.
          1998., 20 p.
Vanguardia latinoamericana. Co-autoria de Klaus Müller-Bergh (University of Illinois at Chicago). Madri: Iberoamericana, 2000. 5 v. Capa de Carlos Pérez Casanova. Tomos I [México y América Central], 2000, 360 p.; Tomo II [Caribe. Antillas Mayores y Menores], 2002, 286 p.; Tomo III  [Venezuela e Colombia], 2004, 270 p.; Tomo  IV [Equador, Peru e Bolivia], 2005, 352 p.; Tomo V [Chile, Argentina, Uruguay e Paraguay], 2009, 422 p.;  e Tomo VI [Brasil], 2015, 322 p.
Contramargem. Rio de Janeiro: Loyola / PUC-Rio, 2002. “Prêmio Juca Pato” (Intelectual do Ano 2002), 376 p.
Sortilégio da criação. Discurso de posse e de recepção (por Nelson Mello e Souza] na Academia Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2005. 76 p.
Contramargem — II. Goiânia: Editora da Universidade Católica de Goiás, 2009. 528 p.
O Mito camoniano. Porto (Portugal): Universidade Fernando Pessoa, 2012. 314 p.
Entrevista sobre poesia. Rio de Janeiro: Galo Branco, 2009. 92 p.
Discursos paralelos: A crítica dos prefácios. Goiânia: Instituto Casa Brasil de Cultura, 2010. 710 p.
Entrevista cadmeana, em parceria com Marcos de Carvalho Lopes. Goiânia: Kelps, 103 p.
Memórias / Entrevistas (O livro das 111 Entrevistas). Vol I,  a sair.
Contramargem – III, em preparação.
A Emoção crítica, em preparação.

4 – Em Colaboração  

Enciclopédia dos municípios Brasileiros Organização.  Rio de Janeiro: IBGE, 1965. v. XXXV, 456 p.
Antologia da literatura brasileira. Coordenação. Montevidéu: ICUB, 1967. v. 1 Prosa, 216 p.
Gonçalves Dias (Antologia). Planejamento. Montevidéu: ICUB, 1967, 74 p.
Seleta em prosa e verso de Carlos Drummond de Andrade. Textos escolhidos por CDA. Introdução, notas e estudos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. Capa de Gian Calvi. (Col. Brasil Jovem). 228 p. –10ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1995.240 p. [Os netos de Drummond a retiraram do mercado para não dividir os direitos autorais, que o poeta fez questão de deixar no contrato.]
Seleta de Orígenes Lessa. Seleção, estudos e notas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. Capa de Gian Calvi. (Col. Brasil Jovem), 198 p.
Seleta de Bernardo Élis. Seleção e estudo final. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. Capa de Gian Calvi. (Col. Brasil Jovem), 180 p.
Tristão de Athayde: Teoria, Crítica e História Literária. Seleção, introdução e notas. Rio de Janeiro: Livros Téc. e Científicos / INL, 1980. (Biblioteca Universitária Brasileira), 594 p.
Poetas goianos – I; Século XIX. Seleção, estudos e notas. Goiânia: Universidade Católica de Goiás, 1984. Capa de José Eurípedes Rosa, 352 p.
Prefácios de romances brasileiros. Organizada junto com Ir. Elvo Clemente, Heda Maciel Caminha e Alice Terezinha Campos Moreira. Porto Alegre: Acadêmica, 1986, 234 p.
Se souberas falar, também falaras. Antologia de Gregório de Matos. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1989, 424 p.
Os Melhores poemas de Jorge de Lima. Seleção e prefácio. São Paulo: Global, 1994, 192 p. -- 2ª ed. Idem, 2001, 192 p.
Poesia completa, de Augusto Frederico Schmidt. Prefácio. Rio de Janeiro: Topbook, 1995, 696 p.
Os Melhores contos de Bernardo Élis. Seleção, introd. e organização. São Paulo: Global, 1995, 176 p. – 2ª ed. Idem, 2001, 176 p.
Tropas e boiadas, de Hugo de Carvalho Ramos. 8ª ed. Organização, introdução e notas. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 1997. Capa de Omar Souto, 168 p.
Poesia completa, de Carlos Drummond de Andrade. Volume único. Fixação de textos e notas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2001, 1602 p.
Poesia Completa de Drummond. Edição especial para a comemoração do Centenário. Do Poeta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar / Bradesco Seguros, 2001, II v: 1600 p.
O caminho que se bifurca. Introdução às cartas de João Cabral de Melo Neto a Ledo Ivo, em E agora adeus (Correspondência para Ledo Ivo). São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2007.
Bernardo Élis. Antologia para a série Essencial, dirigida por Antonio Carlos Secchin na ABL, 2010.
Dicionário de Luís de Camões. Coord. de Vítor Aguiar e Silva. São Paulo: Grupo Leya, 2011. p. 754-772.
Dicionário temático da lusofonia. Coord. de Fernando Cristóvão. Lisboa: Texto Editores, 2006.
Estudos sobre a projeção de Camões em culturas e literaturas estrangeiras. Lisboa: Academia de Ciências de Lisboa, 1984. p. 89-170.
Antologia della letteratura portoghese. A cura de Giovanni Ricciardi e Roberto Barchiesi. Nápole: Tullio Pironti Editore, 1988. p. 197-242.
Scrittori brasiliani. A cura de Giovanni Ricciardi. Napoli: Tullio Pironti Editore, 2003. Tudo sobre Machado de Assis. O. 181-213.
O Lado alado da poesia & da crítica. Homenagem a Darcy França Denófrio. Goiânia : Cânone Editora, 2016, 492 p.

5 – Prefácios

Discursos paralelos: A crítica dos prefácios, reunião dos 144 Prefácios que escrevi até 2010.  [Cf. Item 3. Crítica / Ensaio, supra].

6 - Entrevistas

Memórias entrevistas – I: Cento e onze (111) Entrevistas, entre as 290 que foram concedidas a rádio, jornal, revista e televisão.

7 – Conferências

Mais de 500, em Universidades do Brasil e do Exterior.

8 – Discografia

O Jogo, musicado por José Eduardo de Morais. In: BARRA, Marcelo, MORAIS, José Eduardo de. Coisas tão nossas. Rio de Janeiro: Polygram, 1981. LP.
Viola goiana, musicado por Fernando Perillo. In: PERILLO, Fernando. Sinal de vida. Produção de José Eduardo de Morais. Goiânia: Flor do Cerrado, 1983. LP.
Recado, musicado por José Eduardo de Morais. In: BARRA, Marcelo, MORAIS, José Eduardo de. Recado. Rio de Janeiro: Polygram, 1984. LP.
Acaso, musicado por Fernando Perillo e Bororó. In: PERILLO, Fernando. O Outro lado da lua. Rio de Janeiro: Multi Studio, 1987. LP.
Viola goiana, musicado por Fernando Perillo. In: BARRA, Marcelo. Somos Goiás. Goiânia: Barra Produções, 1993. CD.
Viagem, À Margem, Rondó, O Jogo, Soneto, O Barco, A Noite, Eternidade, A Raiz da Fala, Redescoberta, Os Arrozais e O Ciclo, musicados por Ita K. In: KEIBER, Ita. O Canto da fala. Santa Rosa, RS: JTEC, 1998. CD.
Pavloviana, musicado por Dico KRIBER. O Canto da fala. Santa Rosa, RS: JTEC, 1998.
Currículo, Declinação, Flautim e Despojamento, musicados por Ita K e Dico Keiber. In: KEIBER, Ita e Dico. Cinco poemas musicais. Brasília, DF: Compact Disc, 2001. CD.
No Escuro da pronúncia. 56 poemas em CD ditos pelo Autor. Introdução ao encarte de Maria Luzia Sisterolli. Goiânia: Agepel, 2001. –  Nova edição com 70 poemas. Goiânia: Instituto Casa Brasil de Cultura, 2009.
Pra Goiandira, musicado por Marcelo BARRA. Goiás. Goiânia, Música Goiana, 2001.
Parlenda, musicado por Delayne BRASIL. Nota no verso. Rio de Janeiro: Compact Disc, 2003.
Inspiração, musicado por Pedro Luís e cantado por Ney Matogrosso em Vagabundo. Rio de Janeiro: Universal Music, 2004.
No Araguaia, musicado por Marcelo Barra, 2009.
Feitiço, musicado por Andressa Nascimento (Euterpre), no CD Batida brasileira. Funarte, 2009.
Cora Coralina, musicado por Marcelo Barra, Goiânia, 2011.
Viola Goiana, musicado por Euterpe (Andressa Nascimento), em Batida brasileira 2. Governo de Roraima, 2014.
Silhueta, musicado por Marcelo Barra, inédito em disco, em 2014.

II – TEXTOS SOBRE O AUTOR*

1 – Livros e Estudos

Fernandes, José.  O Poeta da linguagem. Rio de Janeiro: Presença, 1983. 158 p.
_____O selo de Gilberto Mendonça Teles. Cadernos de Letras, Cadernos de Pesquisa do ICHL,  Goiânia, nº 9, p. 6-38. (Série Literatura Goiana). Número Monográfico. Goiânia: UFG, 1989.
–––––Dimensões da literatura goiana. A Palavra. Goiânia: Ceme, 1992. 156 p.
–––––O Poema visual (Literatura do Imaginário Esotérico da Antiguidade ao Século XX). O Novo no Velho Petrópolis e Os Arcanos da Modernidade RJ: Vozes, 1996. 246 p.
_____O selo do poeta. Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2005. 352 p. [Contém a 2ª ed. de O poeta da linguagem e outros ensaios.]
Denófrio, Darcy França. O Poema do poema. Rio de Janeiro: Presença, 1984. 216 p. Dissertação   de Mestrado.
Poesia contemporânea: GMT: o regresso às origens. Porto Alegre: Acadêmica, 1987. 92 p.
O luminoso tetragrama de Hora Aberta. Caderno de Letras, Cadernos de Pesquisa do ICHL, Goiânia, nº 7, p. 4-48. (Série Literatura Goiana). Número Monográfico. Goiânia: UFG, 1988.
Lavra dos goiases. Gilberto & Miguel. Goiânia: Fundação Cultural Pedro Ludovico, 1997. 133 p. Prêmio Bolsa de Publicações Cora Coralina da Fund. Cultural Pedro Ludovico Teixeira, em 1996.
O redemoinho do lírico. Ensaios sobre a poesia de Gilberto Mendonça Teles. Petrópolis: Vozes, 2005. 370 p.
FILOMENA, Deolinda. No Rasto das nuvens. Lisboa: Lousanense, 1985. 76 p.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Gilberto:30 anos de poesia. Goiânia.:UCG, 1986. 142 p.
VIANA, Dulce Maria (org.). Poesia & crítica. Antologia de Textos Críticos sobre a Poesia de Gilberto Mendonça Teles. Goiânia: Secretaria de Cultura de Goiás, 1987. 712 p. Prêmio da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro.
ANAIS DO V SEMINÁRIO DE CRÍTICA LITERÁRIA E IV SEMINÁRIO DE CRÍTICA DO RIO GRANDE DO SUL, com uma parte de homenagens aos 30 anos de poesia de GMT. Porto Alegre: PUC-RS, 1987. Artigos de: Telênia Hill, A poetização da existência em Plural de Nuvens, p. 65-73. (Prefácio a Plural de nuvens. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1989) e de José Fernandes, Arte e manhas de um poeta plural, p. 75-93.
MORAES, Emanuel de. Amor e vida na poesia de Gilberto Mendonça Teles. Rio de Janeiro: Galo Branco, 1999. 132 p.
CENTRO ACADÊMICO DO DEPARTAMENTO DE LETRAS DA PUC-RIO. Gilberto: 40 Anos de Poesia. Rio de Janeiro: Galo Branco, 1999. 248 p.
MACHADO, Neuza. Criação poética: Tema e Reflexão sobre a obra poética de Gilberto Mendonça Teles. Rio de Janeiro: Nmachado, 2005. 88 p.
Poesia para Todos. Revista Literária nº 7, Rio de Janeiro: Dezembro de 2005. Número especial sobre os Cinqüenta Anos de Literatura de Gilberto Mendonça Teles, 78 p.
ELIANE VASCONCELLOS: A Plumagem dos nomes: Gilberto: 50 Anos de Literatura. Organização, Introdução e Notas. / Goiânia: Kelps / Secretaria Municipal de Cultura. 2007,  812 p. Contém: 50 Poemas dedicados; 11 Poemas traduzidos (espanhol, francês, italiano, romeno, catalão, búlgaro, inglês e chinês); 59 Depoimentos; 16 Resenhas em Jornais e Revistas; 45 Ensaios sobre Poesia e Crítica de GMT; 4 trechos de Dissertações de Mestrado; 10 Entrevistas; 88 Cartas de escritores nacionais e estrangeiros; além de Fotografias e da Bibliografia do Autor.

2. Dissertações, Teses e Estudos de Pós-Doc..

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CALLADO, Tereza de Castro. Uma Nova ordenação do real na Poética de “Plural de Nuvens”. Mestrado, Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 1991. Inédita.
LIMA, Maria de Fátima Gonçalves. O Signo de Eros na poesia de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 1992. Prêmio Fundação Jayme Câmara, de Goiânia. / Goiânia: Kelps, 2005. 140 p.
VASCONCELOS, Cléa Ferreira. Gilberto Mendonça Teles: crítica e história Literária. Mestrado. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 1992. Inédita.
BARROS, Marília Núbile. De Carnaval a carnis levamen: Estudo da poesia de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Goiânia: Universidade Federal de Goiás. / Rio de Janeiro: Universo, 1998. Prêmio União Brasileira de Escritores de Goiás, 1983. 140 p.
SISTEROLLI, Maria Luzia. Da Lira ao ludus – Travessia. Mestrado. Mestrado, Goiânia: Universidade Federal de Goiás. / São Paulo: Annablume, 1998. 232 p.
––––-Os Álibis da Hora aberta. Doutorado, Rio de Janeiro: PUC-Rio. / Rio de Janeiro: Galo Branco, 222 p
TURCHI, Zaíra. A Contraluz da Fusão Lírica. In: Literatura e antropologia do imaginário: uma mitocrítica dos gêneros literários. Doutorado, Porto Alegre: PUC-RS. / Brasília: Editora UnB, 2002, 318 p.
ARAÚJO, Waldenides Cabral de. Das margens do corpo ao corpo de linguagem: a incorporação na poética de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1999. Rio de Janeiro: Galo Branco, 2009, 136 p.
ROSSI, Carmelita de Mello. Uma leitura por Goiás: A Sa(o)ciologia de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2002. / Editada com o subtítulo de A Sa(o)ciologia de Gilberto Mendonça Teles, Seguida de Pássaro de pedra: Uma metáfora viva. Goiânia: Kelps, 2015, 172 p.
BRAGA, Jurema Coutinho. Tradição e vanguarda na Poesia de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Juiz de Fora: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2004, 145 p.  Inédita.
SALES, Luciana Netto de. As Janelas do invisível: Uma leitura de Álibis, de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Juiz de Fora: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2005. / Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2006. 220 p.
PEIXOTO, Sérgio Alves. A poesia pura em Gilberto M. Teles. Pós-Doutorado, Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009. Inédita.
SILVA, Raquel Meiber. Prefácios de Gilberto Mendonça Teles: Textos literários em análise e reflexão. Mestrado no Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, MG, 2010. Inédita.
SOARES, Gracina de Jesus Cardoso. Imaginário Erótico entre “Plural de nuvens” e “& cone de sombras”. Mestrado, Goiânia: PUC de Goiás, 2010. Inédita.
FERNANDES, Danielle Fardin. O poeta saci, camongo, o sertão e o folclores brasileiro no livro “Hora aberta”, de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Viçosa, MG, Universidade Federal de Viçosa, 2012. Inédita.
MOREIRA, Suellen Franciely. Gilberto Mendonça Teles e José Fernandes (influencias e diálogos pertinentes de poesia e critica). Mestrado, Goiânia: PUC de Goiás, 2012. Inédita.
ARAÚJO, Valdenides Cabral de. O retórico silêncio. Pós-Doutorado, Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2013. / Editada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 132 p.
BARBOSA, Jacqueline Beatriz Teixeira. Gilberto Mendonça Teles: Poesia e escrita de si. Mestrado: Montes Claros, MG: Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), 126 p.
SOUZA, Rosemary Ferreira de. Entre a poesia e a crítica: a Trilogia de Gilberto Mendonça Teles. Mestrado, Montes Claros, MG: Universidade Estadual de Montes Claros. (Unimontes), 2014. / Goiânia: Kelps, 2015. 217 p. Prêmio Afrânio Coutinho, da União Brasileira dos Escritores do Rio de Janeiro, 2015.
VIDAL, Lucilene Maciel de Oliveira. A poesia na visão de Gilberto Mendonça Teles – Através de entrevistas, Mestrado, Goiânia: PUC de Goiás, 2014. Inédita.

1970 — Menção  Honrosa do PEN Club de São Paulo – para O conto brasileiro em Goiás.
          — Sílvio Romero – da Academia Brasileira de Letras, para Drummond – a estilística da repetição.
1973 — IV Centenário de “Os Lusíadas” – para Camões e a poesia brasileira.
          — Fundação Cultural do Distrito Federal – do VIII Encontro Nacional de Escritores, para Camões e a poesia brasileira
1974 — Menção Honrosa do Instituto Nacional do Livro – para Camões e a poesia brasileira.
2001 — Prêmio Sexagésimo Aniversário da PUC-Rio.
2003 —Troféu Juca Pato e título de  O Intelectual do Ano 2002 (de Votação nacional) – da União Brasileira de Escritores, de São Paulo, patrocinada  pela Folha de S. Paulo, em 13.10.2003, pelo livro Contramargem.



* São as antologias especiais do Autor, não as que publicam um e outro poema seu.
*  Seleção e Organização de Marciléa Rodrigues Innecco, terminada em 30 de junho de 2016.

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